
via tumblr
Contemplando as ondas no horizonte, pergunto-me se teria coragem de deixá-las me levar para algum lugar desconhecido. Anseio pelo dia em que poderia dar uma resposta positiva a esta pergunta. Enquanto isso, absorvo, na beira da praia, parte da energia que é passada pelas águas. A princípio, não dou muita importância, mas o tempo passa e sempre derruba os panos que cobrem aquilo que poderia ser a realidade, e o que foi trazido a mim acaba por se manifestar das mais diversas formas; um simples sorriso, a lembrança do timbre de voz, uma das maneiras de olhar.
Eis que se torna doloroso compreender porquê eu não posso simplesmente mergulhar, adentrar as infinitas possibilidades à minha frente e entrar em harmonia com as marés: eu não sei nadar.

Às vezes é necessário encarar o mar de frente. Subir em nossos frágeis barquinhos e encarar essas águas profundas e misteriosas. E depois sair de lá ainda mais fortes. Mais uma batalha vencida.
ResponderExcluirAdorei o texto!
bjin
http://monevenzel.blogspot.com.br/
Eu não pago internet para você mexer com os meus sentimentos :'(
ResponderExcluirhahaha brincadeiras a parte - com fundo de verdade - me identifiquei, tenho passado por momentos bem assim. Essa ultima estrofe então... Resumiu bem os ultimos meses.
Ah, e só queria dizer que gosto bastante dos teus textos, sempre tô bizoiando eles, só que nunca sei o que comentar e prefiro só dizer algo quando realmente tenho algo a dizer.
Abraços!